domingo, 27 de fevereiro de 2011

USO PROLONGADO DO CELULAR

 
Muitas pessoas já sabiam que o uso excessivo de celular prejudica a saúde, mas agora saiu um novo estudo onde conclusão é que o prolongado uso do celular pode afetar a atividade metabólica do cérebro. Pesquisa publicada no Journal of the American Medical Association, analisou os efeitos que causa a utilização dos telefones móveis em chamadas com tempo superior a 50 minutos e chegou à conclusão que o uso superior a esse tempo causa um pico no metabolismo da glicose cerebral.
No estudo, a alteração do metabolismo da glicose acelerou cerca de sete por cento, frente à atividade normal que acontece na área do cérebro próxima da antena do celular, estudo esse feito, em 47 participantes da pesquisa, que transcorreu entre os dias 31 de dezembro de 2009 a um de janeiro de 2010.
Pesquisadores não conseguiram apurar os efeitos para o corpo humano, para a saúde da pessoa, é o efeito que podem ter as alterações registradas, num uso prolongado das ondas de radiofreqüência nas células cerebrais. Apenas conseguiram concluir que o cérebro reage a uma sobre exposição a esse fator.
Neste artigo publicado apenas agora, um ano após a pesquisa, explica que o estudo de responsabilidade dos investigadores americanos do National Institutes of Health, foi usado como recurso o meio das tomografias, por meio de emissões de positrões. Concluindo assim, que não está claro se o efeito é nocivo e o uso de celulares por tempo muito prolongado possa vincular o aparecimento de câncer no cérebro.
Estima-se que existam em todo o planeta, cerca de cinco bilhões de aparelhos celulares em todo o mundo, e a estimativa é de que esse número cresça ainda muito mais. Esperamos então que os cientistas cheguem logo a uma conclusão para que os fabricantes de celulares possam tomar uma medida para evitar alguma doença ou prejuízo a saúde de seus usuários.
O uso freqüente e prolongado do telefone celular contribui para o desenvolvimento de tumores benignos e malignos nas glândulas salivares, segundo uma pesquisa da cientista israelense Siegal Sadetzki, divulgado no jornal “The Jerusalem Post”.

Sadetzki, médica, epidemiologista e catedrática na Universidade de Tel Aviv, diz que quem usa o celular com freqüência tem uma chance 50% maior de desenvolver um tumor nas parótidas (glândulas situadas dos dois lados do rosto) do que aqueles que não usam o aparelho.

O maior risco se dá entre usuários freqüentes que moram em áreas rurais, já que os celulares precisam emitir maior radiação para compensar a escassez de antenas, segundo a pesquisa.

A pesquisadora chegou a essas conclusões – recentemente publicadas no “American Journal of Epidemiology” – após examinar 500 israelenses com tumores benignos e malignos nas glândulas salivares.

Sadetzki e sua equipe perguntaram ao grupo de pesquisados sobre como usavam o telefone celular e depois compararam os resultados com as respostas de 1.300 israelenses sem câncer

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